Expressando Palavras Honestas

 

LIÇÕES BÍBLICAS CPAD ADULTOS 2º Trimestre de 2022

Título: Os valores do Reino de Deus — A relevância do Sermão do Monte para a Igreja de Cristo – Comentarista: Osiel Gomes

 

Lição 6: Expressando palavras honestas

 

TEXTO ÁUREO

 

Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.” (Mt 5.37).

Mt 5. 37: Mas seja vosso falar: 'sim', 'sim', 'não', 'não'; porque o que disso passa procede do maligno.

 

Mas seja vosso falar: ‘sim’, ‘sim’, ‘não’, ‘não’. O seu Sim deve significar sim, e o Não deve significar não, mesmo que não seja acompanhado de palavras de juramento.

 

procede do maligno. O original grego pode (como no Pai Nosso, “livrai-nos do mal”) ser neutro, “do mal em abstrato”, ou masculino, “do maligno”. Com certa hesitação, e guiado principalmente por Mateus 13:19-38, eu aceito a última possibilidade como a mais provável. Estes juramentos fantasiosos não vêm d’Aquele que é a Verdade, mas daquele que “quando mente, fala a sua própria língua” (Jo 8:44, NVI). 

 

Que o “sim” de vocês seja sim, e o “não”, não, pois qualquer coisa a mais que disserem vem do Maligno. Mateus 5:37 NTLH

 

 

 

Seja, porém, o vosso falar sim, sim; não, não; pois o que passa disso vem do Maligno. Mateus 5:37 A21

 

Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno. Mateus 5:37 NVI

 

Se vocês quiserem dizer “sim”, digam somente “sim”; se vocês quiserem dizer “não”, digam somente “não”. O que passar disso vem do maligno. Mateus 5:37 VFL

 

VERDADE PRÁTICA

 

Fazer um juramento ou uma promessa é algo muito sério. Por isso, o cristão deve cuidar para não prometer ou votar aquilo que não vai ter condições de cumprir.

 

PALAVRA-CHAVE

  

PALAVRA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LEITURA DIÁRIA

 

Lv 5.4 – O homem é responsável pelo que promete

4 Ou, quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal, ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.

 

Sl 15.1-3 – Fale a verdade de coração

1 SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?

2 Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.

3 Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; 4 A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.

 

Fp 4.8 – Pense no que é verdadeiro

8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

 

Êx 20.16 – Não darás falso testemunho

16 Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

 

 

 

Pv 16.13 – Quem fala a verdade tem valor

13 Os lábios de justiça são o contentamento dos reis; eles amarão o que fala coisas retas.

 

Ef 4.25 – Deixe a mentira e fale sempre a verdade com o próximo

 25 Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.

 

 

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

 

Mateus 5.33-37.

 

33 — Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor.

34 — Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus,

35 — nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei,

36 — nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.

37 — Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.

 

HINOS SUGERIDOS

 

38, 89 e 154 da Harpa Cristã.

 

 

INTRODUÇÃO

 

Os juramentos sempre estiveram presentes na sociedade. Eles são o compromisso que a pessoa assume publicamente de que cumprirá realmente aquilo que prometeu.

Nas Escrituras, os juramentos são de dois tipos: aqueles feitos por Deus e aqueles feitos pelos homens. Quando Jesus ensina que o nosso falar seja “Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna”

(Mt 5.37: 25 Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.).

 

Ele condena o uso indiscriminado, leviano ou evasivo do juramento que prevalecia entre os judeus.

 

Por isso, nesta lição, veremos como o Mestre ensinou que os homens deveriam ser transparentes e honestos em seu falar, para que os juramentos entre eles se tornassem desnecessários.

Em seu Reino, a honestidade de seus membros elimina o uso dos juramentos

(Tg 5.12: 12 Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim, e não, não; para que não caiais em condenação.).

 

 

 

 

 

INTRODUÇÃO

 

Qual o valor de uma palavra? Houve um tempo em que o empenho da palavra bastava para se concretizar um negócio. A presente lição é um estudo a partir do ensino do Sermão do Monte a respeito da retidão que devemos ter com as palavras empenhadas. Nosso Senhor ensinou a respeito dessa verdade. O mesmo cuidado que temos de ter com o nosso comportamento moral, devemos ter com a emissão de nossas palavras.

 

Motivação: Quando expomos pensamentos em palavras, revelamos o que pensamos e sentimos. A retidão nas palavras requer retidão no pensamento e no sentimento.

 

Sugestão de Método: Ao terminar o último tópico da lição, faça um resumo do assunto, enfatizando as palavras retidão, honestidade e verdade nas palavras. Assim, deixe claro para a classe que a palavra do cristão não pode ser banalizada.

 

Aplicação: A presente lição deve levar o aluno a conscientizar-se a respeito da retidão no falar. As palavras revelam o que pensamos e sentimos e, portanto, elas revelam o que somos. Se a nossa mente estiver permeada com os valores do Reino, nossos sentimentos e, consequentemente, nossas palavras expressarão os valores do Reino.

 

 

 

 

I. NÃO DEVEMOS JURAR NEM PELOS CÉUS NEM PELA TERRA

I. Afirmar que não devemos jurar nem pelos Céus nem pela Terra.

 

SINOPSE I

O seguidor de Jesus não jura pelo Céu nem pela Terra. Suas palavras têm o peso da verdade.

 

1. A Lei do Juramento. 

De acordo com o Dicionário Bíblico Wycliffe, a lei mosaica enfatizou a natureza obrigatória dos juramentos

(Nm 30.2: 2 Quando um homem fizer voto ao Senhor, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.)

 

e decretou o castigo para o perjurador, aquele que faz um juramento falso

(Dt 19.16-19: 16 Quando se levantar testemunha falsa contra alguém, para testificar contra ele acerca de transgressão, 17 Então aqueles dois homens, que tiverem a demanda, se apresentarão perante o Senhor, diante dos sacerdotes e dos juízes que houver naqueles dias.

18 E os juízes inquirirão bem; e eis que, sendo a testemunha falsa, que testificou falsamente contra seu irmão, 19 Far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão; e assim tirarás o mal do meio de ti.

20 Para que os que ficarem o ouçam e temam, e nunca mais tornem a fazer tal mal no meio de ti.

21 O teu olho não perdoará; vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé.

 

1Tm 1.10: 6 Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas; 7 Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.

8 Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela usa legitimamente; 9 Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, 10 Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina, 11 Conforme o evangelho da glória de Deus bem-aventurado, que me foi confiado.

12 E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério; 13 A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e injurioso; mas alcancei misericórdia, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade.).

 

O falso juramento de uma testemunha ou uma falsa afirmação com relação a uma promessa ou a alguma coisa encontrada, exigia uma oferta pelo pecado

(Lv 5.1-6: 1 E quando alguma pessoa pecar, ouvindo uma voz de blasfêmia, de que for testemunha, seja porque viu, ou porque soube, se o não denunciar, então levará a sua iniqüidade.

2 Ou, quando alguma pessoa tocar em alguma coisa imunda, seja corpo morto de fera imunda, seja corpo morto de animal imundo, seja corpo morto de réptil imundo, ainda que não soubesse, contudo será ele imundo e culpado.

3 Ou, quando tocar a imundícia de um homem, seja qualquer que for a sua imundícia, com que se faça imundo, e lhe for oculto, e o souber depois, será culpado.

4 Ou, quando alguma pessoa jurar, pronunciando temerariamente com os seus lábios, para fazer mal, ou para fazer bem, em tudo o que o homem pronuncia temerariamente com juramento, e lhe for oculto, e o souber depois, culpado será numa destas coisas.

5 Será, pois, que, culpado sendo numa destas coisas, confessará aquilo em que pecou.

6 E a sua expiação trará ao Senhor, pelo seu pecado que cometeu: uma fêmea de gado miúdo, uma cordeira, ou uma cabrinha pelo pecado; assim o sacerdote por ela fará expiação do seu pecado.

 

Lv 6.2-6: 1 Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: 2 Quando alguma pessoa pecar, e transgredir contra o Senhor, e negar ao seu próximo o que lhe deu em guarda, ou o que deixou na sua mão, ou o roubo, ou o que reteve violentamente ao seu próximo, 3 Ou que achou o perdido, e o negar com falso juramento, ou fizer alguma outra coisa de todas em que o homem costuma pecar; 4 Será pois que, como pecou e tornou-se culpado, restituirá o que roubou, ou o que reteve violentamente, ou o depósito que lhe foi dado em guarda, ou o perdido que achou, 5 Ou tudo aquilo sobre que jurou falsamente; e o restituirá no seu todo, e ainda sobre isso acrescentará o quinto; àquele de quem é o dará no dia de sua expiação.

6 E a sua expiação trará ao Senhor: um carneiro sem defeito do rebanho, conforme à tua estimação, para expiação da culpa trará ao sacerdote; 7 E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer das coisas que fez, tornando-se culpada.).

 

A lei enfatizou a seriedade dos juramentos

(Êx 20.7:

Lv 19.2:

Zc 8.16, 17:

 

)

e proibiu o juramento por deuses falsos

(Js 23.7:

Jr 12.16:

Am 8.14:

 

).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. O propósito da Lei do Juramento. 

O propósito do juramento antes era benéfico, tinha o objetivo de descobrir a verdade.

Tratava-se de um apelo solene que o adorador fazia a Deus, tendo consciência de que Ele era o grande juiz onisciente e onipotente, dono de tudo, que esquadrinhava os corações de todos os homens

(1 Cr 28.9:

Jr 17.10:

 

)

e que revelava o íntimo de cada um, a verdade e a sinceridade presentes no espírito do homem.

 

Os juramentos nas Escrituras são de dois tipos, aqueles feitos por Deus e aqueles feitos pelos homens.

(1. Quais são os dois tipos de juramentos citados na lição?

Os juramentos nas Escrituras são de dois tipos, aqueles feitos por Deus e aqueles feitos pelos homens.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. Não jureis nem pelo Céu nem pela Terra. 

O estratagema dos escribas e fariseus quanto ao juramento pode ser notado quando eles diziam que qualquer voto que o adorador fizesse usando o nome de Deus estaria vinculado àquele juramento, mas um voto feito sem que fosse pronunciado o nome de Deus era de menor valor, e nesse caso não precisava ser cumprido.

Foi contra esse procedimento dissimulado e hipócrita que Jesus os confrontou

(Mt 23.16-18: 16 Ai de vós, condutores cegos! pois que dizeis: Qualquer que jurar pelo templo, isso nada é; mas o que jurar pelo ouro do templo, esse é devedor.

17 Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro, ou o templo, que santifica o ouro?

18 E aquele que jurar pelo altar isso nada é; mas aquele que jurar pela oferta que está sobre o altar, esse é devedor.).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essa tenuidade de classificações feitas pelos escribas e fariseus, entre os votos obrigatórios e não obrigatórios, não tinha qualquer base.

 

Para Jesus, quem jurasse pelo céu teria de cumprir seu juramento, pois eles foram feitos por Deus

(Gn 1.1: 1 No princípio criou Deus o céu e a terra.),

e a terra era o estrado dos seus pés

(Is 66.1: 1 Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso?

2 Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o Senhor; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra.),

 

e Jerusalém era a cidade do grande Deus

(Sl 48.3: 3 Deus é conhecido nos seus palácios por um alto refúgio.).

 

A conclusão é que qualquer juramento feito, usando alguns desses elementos, teria de ser cumprido, pois neles o nome de Deus estava envolvido.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um cristão verdadeiro e sincero, que tem o coração transformado pelo Evangelho, não precisa invocar qualquer elemento como céu e terra para afirmar que o que está dizendo é a verdade, posto que na essência a verdade está no íntimo do seu coração, no qual não há mentira, engodo ou engano

(2. No Reino de Cristo, o que elimina a necessidade de juramentos?

Um cristão verdadeiro e sincero que tem o coração transformado pelo Evangelho não precisa invocar qualquer elemento como céu e terra para afirmar que o que está dizendo é a verdade, posto que na essência a verdade está no íntimo do seu coração, no qual não há mentira, engodo ou engano.)

(Sl 15.2:

Sl 24.4:

Pv 8.7:

Ml 2.6:

Mq 6.8: 8 Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benignidade, e andes humildemente com o teu Deus?).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II. NOSSAS PALAVRAS DEVEM SER “SIM” E “NÃO”

II. Enfatizar que nossas palavras devem ser “sim” e “não”.

 

 SINOPSE II

As palavras dos seguidores de Jesus devem ser precisas e assertivas.

 

 

1. Como deve ser o nosso falar. 

Tomar cuidado com o que se fala é valioso demais. Esta atitude declara que tipo de pessoa nós somos.

Um cristão verdadeiro sempre procura falar com verdade e sabedoria.

Com muita propriedade, o sábio rei Salomão falou que a morte e a vida estão no poder da língua

(3. De acordo com Provérbios 18.21, o que está no poder da língua?

Com muita propriedade, o sábio rei Salomão falou que a morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.21).)

 (Pv 18.21: 21 A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.).

 

Jesus foi bem categórico quando afirmou que pelas palavras alguém pode ser justificado ou condenado

(Mt 12.37: 37 Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.),

o que nos impele a ter cuidado no nosso falar.

 

 

 

Um cristão cheio das verdades divinas terá um falar verdadeiro e reagirá contra todo tipo de falsidade e mentira. Jesus exige honestidade o tempo todo, esteja um homem sob juramento ou não. Não há padrão duplo para o cristão.

 

 

 

 

 

2. O sim e o não na vida de Paulo. 

Há situações em que empregamos a nossa palavra e, por algum motivo, não conseguimos realizar o que dissemos ou planejamos.

 

Em 2 Coríntios 1.12-24,

(2 Co 1. 12-24: 12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.

13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.

14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.

15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;

16 E por vós passar à macedônia, e da macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.

17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?

18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.

19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.

20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.

21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,

22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.

23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;

24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.)

 

há o relato de um episódio que ocorreu com o apóstolo Paulo. Ele fez planos de visitar os irmãos da Igreja de Corinto, porém, por diversas vezes, foi impedido e as coisas não saíram como havia planejado

(2 Co 1.6: 6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; 7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

 

 

Rm 1.10: 9 Porque Deus, a quem sirvo em meu espírito, no evangelho de seu Filho, me é testemunha de como incessantemente faço menção de vós, 10 Pedindo sempre em minhas orações que nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de ir ter convosco.

 

Rm 15.22:  22 Por isso também muitas vezes tenho sido impedido de ir ter convosco.

1 Ts 2.18: 17 Nós, porém, irmãos, sendo privados de vós por um momento de tempo, de vista, mas não do coração, tanto mais procuramos com grande desejo ver o vosso rosto; 18 Por isso bem quisemos uma e outra vez ir ter convosco, pelo menos eu, Paulo, mas Satanás no-lo impediu.).

 

Por isso, seus acusadores se valeram da situação para fazer graves e sérias acusações contra Paulo, dizendo que ele não era confiável.

 

Paulo refuta seus opositores dizendo que não era o tipo de pessoa que diria “sim” quando na realidade queria dizer “não”.

 

O apóstolo toma Deus como sua fiel testemunha e explica o motivo pelo qual não tinha ido logo fazer essa visita, que era para poupar os irmãos

(2Co 1.23: 23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto; 24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.).

 

 

 

Deus, que conhecia o seu coração, disse o apóstolo, sabia do seu verdadeiro sentimento e da grande vontade de ir visitá-los, e declarou a todos que sua vida era de simplicidade e sinceridade, tanto diante da Igreja como do mundo

(2 Co 1.12: 12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.).

 

Da mesma maneira que os coríntios podiam confiar que Deus manteria suas promessas, também podiam confiar que Paulo, como representante de Deus, manteria as suas. Ele ainda os visitaria, mas em uma ocasião melhor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. O que passar disso é procedência maligna. 

Como o caso que aconteceu em Corinto, em que Paulo conhecia a importância da honestidade e da sinceridade nas palavras e ações, Deus quer que sejamos verdadeiros e transparentes em todos os nossos relacionamentos.

Se não for assim, poderemos nos rebaixar, passando a divulgar rumores, fofocas e a ter segundas intenções, ou seja, daremos lugar a situações de procedência maligna.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

III. HONESTIDADE COM NOSSAS PALAVRAS

III. Pontuar a honestidade com as palavras

 

SINOPSE III

As palavras dos seguidores de Jesus devem apresentar retidão e honestidade.

 

1. A palavra honestidade. 

Honestidade é uma virtude de alguém que é correto, sincero.

Do hebraico, temos o adjetivo yashar, “reto, honesto, correto, direito, plano, certo, justo”.

(4. O que é honestidade?

Honestidade fala de alguém que é correto, que tem seriedade, do hebraico temos o adjetivo yashar, “reto, honesto, correto, direito, plano, certo, justo”.)

 

Jó foi descrito como um homem honesto

(Jó 1.8: 8 E disse o Senhor a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal.).

 

Em Atos, temos a descrição de Cornélio como um homem reto, honesto

(At 10.22: 21 E, descendo Pedro para junto dos homens que lhe foram enviados por Cornélio, disse: Eis que sou eu a quem procurais; qual é a causa por que estais aqui?

22 E eles disseram: Cornélio, o centurião, homem justo e temente a Deus, e que tem bom testemunho de toda a nação dos judeus, foi avisado por um santo anjo para que te chamasse a sua casa, e ouvisse as tuas palavras.).

 

Aquele que tem um viver reto, honesto, jamais permitirá que saiam de sua boca palavras falsas, mentirosas, enganadoras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2. É possível ser honesto com nossas palavras neste mundo? 

Na vida daquele que o Evangelho já entrou, houve transformação plena, pois o mesmo busca não apenas curar os sintomas da doença do pecado, mas também prevenir.

Não há como negar, que nesse mundo, muitos já adotaram a mentira como um hábito.

É normal para aquele que não vive as bem-aventuranças de Cristo dizer uma mentira, com a desculpa de mentir para apoiar uma causa nobre.

Quem sustenta isso está comprometendo o caráter humano e um valor importante, que é o respeito pela verdade.

O verdadeiro discípulo de Cristo, que faz parte do seu Reino, é honesto em suas palavras, íntegro no seu caráter, e jamais usa de meias-verdades, através das quais grandes mentiras têm sido ditas, sendo influenciados pelo pai da mentira, o Diabo.

Jesus é a verdade em essência

(Jo 14.6;

 

),

e os que vivem nEle são honestos em tudo, e seu falar é sim, sim; não, não.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3. Dando testemunho. 

Uma pessoa honesta revela dignidade de caráter, é honrada, digna, procede rigorosamente dentro da regra.

Salomão disse que tortuoso é o caminho do homem cheio de culpa, mas reto o proceder do homem honesto

(Pv 21.8).

 

O verdadeiro cristão procura ser honesto no que fala, mantendo-se longe da falsidade e da mentira, conservando a verdade no coração e na conduta, pois esse é o seu objetivo maior

(3 Jo 4).

 

Você é conhecido por ser uma pessoa de palavra? Se dissermos a verdade durante todo o tempo, vamos nos sentir menos pressionados a apoiar nossa palavra em juramentos ou promessas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

Devemos viver neste mundo como verdadeiros seguidores de Cristo, sendo honestos em tudo, em especial em nossas palavras, sem recorrermos a juramentos hipócritas, profanos e desnecessários, que buscam fundamentar as conversas do dia a dia.

(5. Como devemos viver neste mundo?

R. Devemos viver neste mundo como verdadeiros seguidores de Cristo, sendo honestos em tudo, em especial em nossas palavras, sem recorrermos a juramentos hipócritas, profanos e desnecessários, que buscam condimentar as conversas do dia a dia.)

Antes, procuremos ser simples e objetivos dizendo sim, sim; não, não.

 

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